Literatura de cordel
Por
Priscila Melo em 24/06/2014
A
literatura de cordel, também conhecida como folheto, aqui no Brasil é um tipo
de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos. …
A
literatura de cordel, também conhecida como folheto, aqui no Brasil é um tipo
de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos. Suas imagens são
feitas através da xilogravura. Este é um gênero literário popular, que existe
em outros países além do Brasil. O nome literatura de cordel tem origem na
forma como esses folhetos são vendidos, eles normalmente são pendurados em
barbantes, cordas ou cordéis. Por isso o nome Literatura de Cordel. Estes
folhetos eram vendidos em bancas, nas feiras e nos mercados.
A origem
A
literatura de cordel teve início no século XVI, quando o Renascimento passou a
popularizar a impressão dos relatos que pela tradição eram feitos oralmente
pelos trovadores. A tradição desse tipo de publicação vem da Europa. No século
XVIII esse tipo de literatura já era comum, e os portugueses a chamavam de
literatura de cego, pois em 1789, Dom João V criou uma lei em que era permitido
à Irmandade dos homens cegos de Lisboa negociar esse tipo de publicação. No
início, a literatura de cordel também tinha peças de teatro, como as que Gil
Vicente escrevia. Esta literatura foi introduzida no Brasil pelos portugueses
desde o início da colonização.
Como
chegou ao Brasil?
Foi no
século XVIII que a literatura de cordel chegou em nosso país. Durante o início
da colonização os portugueses a trouxeram e aos poucos ela começou a se tornar
popular. Há quem afirme que os folhetos foram introduzidos no Brasil pelo
cantador Silvino Pirauá e em seguida pela dupla Leandro Gomes de Barros e
Francisco das Chagas Batista. Inicialmente, quase todos os autores da
literatura de cordel brasileira eram cantadores. Estes improvisavam os versos
na hora que estavam cantando, viajavam pelas fazendas, vilarejos e pequenas
cidades do sertão.
Para os
escritores desse gênero é possível ser o repórter dos acontecimentos,
representante do povo, narrar as histórias de Lampião, de João Grilo, falar
sobre histórias de amor. Nos dias atuais a região brasileira onde temos o foco
da literatura de cordel é o Nordeste. Os folhetos ainda são vendidos em lonas
ou malas estendidas nas feiras populares, ainda podemos encontra-los pendurados
em cordões. Muitos escritores foram influenciados pela literatura de cordel, e
entre eles temos: João Cabral de Melo,
Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.
Características
A
literatura de cordel possui algumas características bem peculiares, veja
algumas das principais características desse gênero:
Suas ilustrações são feitas por xilogravuras;
Possui uma essência cultural muito forte, pois
relata tradições culturais regionais e contribui bastante para a continuidade
do folclore brasileiro;
São baratos e por isso atingem um grande
público e isso acaba sendo um incentivo à leitura;
Quando os textos são considerados romances
temos alguns recursos muito utilizados na narrativa, como: descrição de
personagens, monólogos, súplicas, preces por parte do protagonista;
Suas histórias têm como ponto central uma
problemática que deve ser resolvida com a inteligência e astúcia do personagem.
Sempre há um herói que sofre por não conseguir
ficar com o seu amor, isso pode ser devido a uma proibição dos pais, noivados
arranjados, coisas que impedem que o casal de ficar junto.
No final da história, o herói sempre sai
ganhando, caso ele não consiga realmente o que queria há outra forma de
equilibrar a história e fazer com que ele seja favorecido de alguma forma.
A
poética do cordel
Sextilha
– uma estrofe de seis versos
Septilha
– uma estrofe de sete versos, essa é a mais rara
Oitava –
uma estrofe de oito versos
Quadrão – os três
primeiros versos rimam entre si, o quarto com o oitavo e o quinto, o sexto e o
sétimo também entre si
Décima – uma estrofe de
dez versos
Martelo – estrofes
formadas por decassílabos (estes são muito comuns em desafios e versos
heroicos)
Cordel
para Ariano Suassuna
80
anos do mestre de o Auto da Compadecida...
Ariano Villar Suassuna:
Em João Pessoa nasceu...
Nossa Senhora das Neves:
A sua bênção lhe deu...
Filho de João Suassuna:
Dona Cássia o concebeu...
Dia 16 de junho:
1927, o ano...
Por graça da divindade:
Veio ao mundo Ariano...
Brasileiro por excelência:
Nascido paraibano...
Colégio Americano Batista:
Ginásio Pernambucano...
Colégio Oswaldo Cruz:
Formadores de Ariano...
O Castigo da Soberba:
De um poeta soberano...
Cabras e iluminuras:
Movimento teatral...
Secretário de Cultura:
Alquimista romançal...
Ariano hierofante:
Nosso guia cultural...
8 décadas de Ariano:
Quintessência social...
Por justiça e liberdade:
Sua arte é vital...
Ariano é um luzeiro:
Da cultura nacional...
Cultura Popular Brasileira:
Movimento Armorial...
Estética e erudição:
Sapiência cultural...
Mamulengo e Cordel:
Ariano é sem-igual...
Parceria com Capiba:
E com Ascenso Ferreira...
Inspirou-se no Cordel:
E na cultura brasileira...
Com Hermilo Borba Filho:
Fez teatro de primeira...
O Homem da Vaca e O Poder da Fortuna:
Infância em Paulista e Taperoá...
Fazenda Acauã...Fazenda Saco:
Mágica Pedra do Ingá...
As Conchanbranças de Quaderna:
“Cante lá que eu canto cá”...
O Casamento Suspeitoso:
Departamento de Extensão Cultural...
Universidade Federal de Pernambuco:
Verve educacional...
Conselho Federal de Cultura:
Presença fundamental...
Romance d´A Pedra do Reino:
Prêmio Nacional de Ficção...
Ao Sol da Onça Caetana:
O Sedutor do Sertão...
As Infâncias de Quaderna:
Torturas de um Coração...
A História de Amor de Fernando e Isaura:
A Caseira e a Catarina...
A Onça Castanha e a Ilha Brasil:
Flui cultura nordestina...
O Santo e a Porca...A Pena e a Lei:
Suassuna nos ensina...
O Desertor da Princesa:
Cantam as Harpas de Sião...
Noturno no Jornal do Commercio:
Arte, poesia, emoção...
Uma Mulher Vestida de Sol:
João Grilo, Chicó, Cancão...
O Auto da Compadecida:
O Rico Avarento, O Arco Desolado...
Farsa da Boa Preguiça:
Os Homens de Barro...O Rei Degolado...
Auto de João da Cruz:
Zélia Vilar ao seu lado...
Do Clássico ao Popular:
De Cervantes ao Cordel...
Euclides da Cunha e Dante:
De jogral a menestrel...
Shakespeare e Dostoiévski:
Gil Vicente e Rafael...
Pela poesia começou:
No conto é experiente...
O teatro é sua glória:
No romance é sapiente...
Teatro dos Estudantes:
A voz do povo presente...
Aleijadinho e Leonardo Mota:
Unamuno e Conselheiro...
Eça, Gautier, Villa-Lobos:
Mamulengo presepeiro...
Romance e cantoria:
Ariano é candeeiro...
Ariano romancista:
Poeta e professor...
Dramaturgo e filósofo:
Luminoso pensador...
Cultivador da estética:
Universal criador...
Ariano Villar Suassuna:
Em João Pessoa nasceu...
Nossa Senhora das Neves:
A sua bênção lhe deu...
Filho de João Suassuna:
Dona Cássia o concebeu...
Dia 16 de junho:
1927, o ano...
Por graça da divindade:
Veio ao mundo Ariano...
Brasileiro por excelência:
Nascido paraibano...
Colégio Americano Batista:
Ginásio Pernambucano...
Colégio Oswaldo Cruz:
Formadores de Ariano...
O Castigo da Soberba:
De um poeta soberano...
Cabras e iluminuras:
Movimento teatral...
Secretário de Cultura:
Alquimista romançal...
Ariano hierofante:
Nosso guia cultural...
8 décadas de Ariano:
Quintessência social...
Por justiça e liberdade:
Sua arte é vital...
Ariano é um luzeiro:
Da cultura nacional...
Cultura Popular Brasileira:
Movimento Armorial...
Estética e erudição:
Sapiência cultural...
Mamulengo e Cordel:
Ariano é sem-igual...
Parceria com Capiba:
E com Ascenso Ferreira...
Inspirou-se no Cordel:
E na cultura brasileira...
Com Hermilo Borba Filho:
Fez teatro de primeira...
O Homem da Vaca e O Poder da Fortuna:
Infância em Paulista e Taperoá...
Fazenda Acauã...Fazenda Saco:
Mágica Pedra do Ingá...
As Conchanbranças de Quaderna:
“Cante lá que eu canto cá”...
O Casamento Suspeitoso:
Departamento de Extensão Cultural...
Universidade Federal de Pernambuco:
Verve educacional...
Conselho Federal de Cultura:
Presença fundamental...
Romance d´A Pedra do Reino:
Prêmio Nacional de Ficção...
Ao Sol da Onça Caetana:
O Sedutor do Sertão...
As Infâncias de Quaderna:
Torturas de um Coração...
A História de Amor de Fernando e Isaura:
A Caseira e a Catarina...
A Onça Castanha e a Ilha Brasil:
Flui cultura nordestina...
O Santo e a Porca...A Pena e a Lei:
Suassuna nos ensina...
O Desertor da Princesa:
Cantam as Harpas de Sião...
Noturno no Jornal do Commercio:
Arte, poesia, emoção...
Uma Mulher Vestida de Sol:
João Grilo, Chicó, Cancão...
O Auto da Compadecida:
O Rico Avarento, O Arco Desolado...
Farsa da Boa Preguiça:
Os Homens de Barro...O Rei Degolado...
Auto de João da Cruz:
Zélia Vilar ao seu lado...
Do Clássico ao Popular:
De Cervantes ao Cordel...
Euclides da Cunha e Dante:
De jogral a menestrel...
Shakespeare e Dostoiévski:
Gil Vicente e Rafael...
Pela poesia começou:
No conto é experiente...
O teatro é sua glória:
No romance é sapiente...
Teatro dos Estudantes:
A voz do povo presente...
Aleijadinho e Leonardo Mota:
Unamuno e Conselheiro...
Eça, Gautier, Villa-Lobos:
Mamulengo presepeiro...
Romance e cantoria:
Ariano é candeeiro...
Ariano romancista:
Poeta e professor...
Dramaturgo e filósofo:
Luminoso pensador...
Cultivador da estética:
Universal criador...
Fonte: http://www.gustavodourado.com.br/cordel/Cordel%20para%20Ariano%20Suassuna.htm
25/09/2017

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